As nossas fronteiras africanas, 1964.

Afirmações do ministro Peixoto Correia em Lisboa, na sessão de abertura do Conselho Ultramarino: “As nossas fronteiras africanas não são simples linhas convencionais a demarcar terras, mas sim a formar uma comunidade nacional. As razões que nos prendem e fixaram são de fraternidade humana e de amor pátrio.” Notícias (Lourenço Marques), 27 de outubro de 1964, 1ª pág., Lourenço Marques.

Biblioteca Nacional de Portugal (BNP)