Ponte Aérea Luanda-Lisboa tem estado a funcionar com designação de voos normais, 1976.

Fuga de pessoas de Moçambique e Angola devido à insegurança cada vez mais acentuada. Em Moçambique, a quantidade de gente que pretende sair aumentou, mas a FRELIMO impede a saída de muitos e coloca na cadeia elementos dos quadros superiores que manifestem a sua vontade em abandonar o território. Em Angola, a ponte-aérea funciona em regime de voos normais, os vistos foram cancelados pelo prazo de 15 dias devido à enorme afluência e o governo prepara-se para proibir a saída de pessoas pelo período de cinco anos. Notícia publicada no jornal O Retornado, Nº 55, 1976, Lisboa, 1ª pág.

Biblioteca Nacional de Portugal (BNP)

j.3548v - molho III